Linha de reparo · Módulos automotivos
Reparo de módulos automotivos para oficinas
Um módulo sem comunicação ainda precisa de diagnóstico.
Envie o código da peça, os dados do carro e o que a oficina já encontrou. É por aí que começamos.

- Escopo
- Avaliação e reparo eletrônico sob consulta
- Público
- Oficinas e profissionais
- Entrada
- Código, etiqueta, sintomas e falhas
- Decisão
- Orçamento antes do reparo
Resposta direta
A DIFF recebe ECUs, TCMs e outros módulos enviados por oficinas de todo o Brasil. Na bancada, avaliamos a eletrônica e explicamos se existe reparo antes de passar o orçamento.
- Código e fotos da etiqueta vêm primeiro.
- O carro fica na oficina; só a peça vem para a DIFF.
- Quando a própria TCM ou TCU é reparada, não há outro módulo para recodificar.
- Algumas famílias aceitam programação, clonagem ou codificação.
- O reparo só começa depois da autorização.
Seção 01
Tipos de módulos avaliados
Código, veículo e tipo de falha mostram se podemos atender. Consulte antes de enviar.
- ECUs
- Módulos de câmbio
- TCMs
- Outras centrais eletrônicas sob consulta
Seção 02
Falhas que podem ser analisadas
Estes sinais ajudam na conversa inicial, mas podem ter origem no módulo ou fora dele.
- Ausência de comunicação
- Falhas de alimentação
- Curto-circuito
- Danos em trilhas
- Falhas em conectores
- Oxidação ou infiltração
- Defeitos intermitentes
- Componentes eletrônicos danificados
- Unidades já abertas
Seção 03
O que enviar para a gente
Quanto mais completo o histórico, mais rápido conseguimos dizer se a peça pode vir para a bancada.
- Marca e modelo do veículo
- Ano e motorização
- Código do módulo
- Fotos legíveis da etiqueta
- Sintomas e códigos de falha
- Informação sobre comunicação no scanner
- Histórico do serviço
- Intervenções anteriores
Seção 04
Como funciona
Primeiro avaliamos a peça e mostramos o que encontramos. O reparo só começa depois do orçamento e da autorização da oficina.
Etapa 01
A oficina conta o que aconteceu.
Código da peça, dados do veículo, sintomas, falhas registradas e histórico do serviço.
Oficina
Etapa 02
A gente confere se pode atender.
Confirmamos se aquela peça pode vir para avaliação e pedimos o que ainda estiver faltando.
DIFF
Etapa 03
Você recebe as orientações de envio.
Explicamos como embalar, o que deve acompanhar a peça e para onde ela vai.
DIFF
Etapa 04
A peça chega e passa pela conferência.
Código, etiqueta e estado físico são comparados com as informações enviadas.
DIFF
Etapa 05
A bancada entra em ação.
Testamos alimentação, comunicação, circuitos, sensores e atuadores dentro do que é possível fora do carro.
DIFF
Etapa 06
A oficina recebe o resultado e o orçamento.
Explicamos o que apareceu nos testes e o que não pôde ser reproduzido antes de propor o reparo.
DIFF
Etapa 07
O reparo começa depois do aceite.
Sem autorização da oficina, a peça não segue para o serviço.
Oficina
Etapa 08
A peça reparada volta para os testes.
Repetimos as verificações que aquele componente permite fazer em bancada.
DIFF
Etapa 09
A peça volta para a oficina.
O serviço segue registrado. Instalação, programação e adaptação feitas no carro continuam com a oficina.
DIFF
Depois da avaliação, o orçamento informa prazo, garantia e se a peça pode ser reparada. Nenhuma dessas informações é estimada antes de a unidade ser analisada. Consulte tambémo processo completo da DIFF.
Seção 05
Limitações técnicas
Código, fotos e relato mostram se a DIFF atende essa peça. Essa conferência vem antes do envio.
- Compatibilidade
- Não atendemos todos os módulos. O código e o estado da peça mostram se aquele caso entra na bancada.
- Programação
- Programação, clonagem e codificação existem para algumas famílias. Confirmamos pelo código e pelo estado da peça.
- Falha fora do componente
- Alimentação, aterramento, chicote, conectores e rede continuam sendo verificados no carro pela oficina.
- Intervenções anteriores
- Se o módulo já foi aberto ou reparado, conte para a gente. Uma intervenção anterior muda o defeito e os testes possíveis.
Seção 06
Perguntas frequentes
Estas respostas explicam como o atendimento funciona. Prazo e garantia mudam conforme a peça e são confirmados com o orçamento.
Não. Envie código, veículo e tipo de falha. Com esses dados, confirmamos se podemos receber o módulo.
Pode, mas falta de comunicação também aparece quando existe problema na alimentação, no aterramento, no chicote, nos conectores ou na rede. A oficina precisa conferir esses pontos no carro antes de retirar a peça.
Para algumas famílias, sim. O código e o estado do módulo mostram quais procedimentos podem ser feitos.
Sim. Se a própria TCM ou TCU volta reparada, não existe uma unidade substituta para recodificar. Procedimentos feitos no carro continuam com a oficina quando forem necessários.
Antes de mandar a peça
Envie a etiqueta e conte o que aconteceu.
Com código, sintomas e histórico, conseguimos confirmar se o módulo pode vir para a DIFF.
Seção 07
Continue a consulta
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