
DQ250
Mecatrônica do DSG de seis marchas. Para começar, mande o código da peça, os sintomas, os códigos de falha e o histórico do carro.
- Transmissão
- DSG 6 marchas
- Serviço
- Reparo eletrônico
- Requisito
- Código da peça + sintomas
Linha de reparo · Mecatrônicas
Uma peça reúne eletrônica, sensores, atuadores e controle hidráulico.
Hoje atendemos três famílias. Para saber qual está na sua mão, começamos pelo código da etiqueta.

Resposta rápida
A DIFF recebe mecatrônicas DQ250, DQ500 e DL501/0B5 de oficinas de todo o Brasil. Na bancada, avaliamos a parte eletrônica e passamos o orçamento antes de começar o reparo.
Seção 01
A mecatrônica junta a placa eletrônica, sensores, atuadores e o controle hidráulico da transmissão. Quando o câmbio falha, isso não quer dizer que o conjunto inteiro esteja perdido.
Seção 02
Veja as famílias que atendemos e o que precisamos saber antes de receber cada uma.

Mecatrônica do DSG de seis marchas. Para começar, mande o código da peça, os sintomas, os códigos de falha e o histórico do carro.

Mecatrônica usada em transmissões de alto torque. Foto da etiqueta e dados do carro mostram qual versão está na oficina.

Família encontrada em algumas aplicações Audi e Porsche. Antes do envio, a DIFF confere código, versão e dados do carro.
Seção 03
O trabalho eletrônico é parecido nas três famílias. O que muda é a versão da peça e os dados necessários para identificá-la.
Seção 04
A bancada não enxerga bateria, chicote, fluido ou embreagem. Verificar esses pontos evita mandar uma peça que não causou o problema.
Seção 05
Oficinas de todo o Brasil podem enviar para a DIFF. Antes, faça o diagnóstico no carro e mande código, fotos e histórico. A gente confirma o atendimento e explica a embalagem.
01
Confira as causas que ficam no carro e registre os códigos de falha antes de desmontar.
02
Mande o código da peça, os dados do veículo, os sintomas e o histórico. Confirmamos se podemos receber e como enviar.
03
Envie o conjunto completo e proteja o conector e a área da placa. A orientação muda conforme a peça.
04
Conferimos código, etiqueta e estado físico antes de começar os testes.
Seção 06
Primeiro avaliamos a peça e mostramos o que encontramos. O reparo só começa depois do orçamento e da autorização da oficina.
Etapa 01
Código da peça, dados do veículo, sintomas, falhas registradas e histórico do serviço.
Oficina
Etapa 02
Confirmamos se aquela peça pode vir para avaliação e pedimos o que ainda estiver faltando.
DIFF
Etapa 03
Explicamos como embalar, o que deve acompanhar a peça e para onde ela vai.
DIFF
Etapa 04
Código, etiqueta e estado físico são comparados com as informações enviadas.
DIFF
Etapa 05
Testamos alimentação, comunicação, circuitos, sensores e atuadores dentro do que é possível fora do carro.
DIFF
Etapa 06
Explicamos o que apareceu nos testes e o que não pôde ser reproduzido antes de propor o reparo.
DIFF
Etapa 07
Sem autorização da oficina, a peça não segue para o serviço.
Oficina
Etapa 08
Repetimos as verificações que aquele componente permite fazer em bancada.
DIFF
Etapa 09
O serviço segue registrado. Instalação, programação e adaptação feitas no carro continuam com a oficina.
DIFF
Depois da avaliação, o orçamento informa prazo, garantia e se a peça pode ser reparada. Nenhuma dessas informações é estimada antes de a unidade ser analisada. Consulte tambémo processo completo da DIFF.
Seção 07
Uma peça pode passar nos testes e o carro continuar com a falha se a causa estiver no chicote, na alimentação, na hidráulica ou em outro sistema.
Seção 08
Respostas para quem vai enviar a primeira peça. Prazo e garantia mudam conforme a mecatrônica e são confirmados com o orçamento.
Hoje atendemos DQ250, DQ500 e DL501/0B5. Para outra família, envie foto da etiqueta e descreva a falha para consultarmos.
Olhe a etiqueta da peça. Uma foto legível, junto com marca, modelo, ano e motorização do carro, costuma ser suficiente para começar.
Não. Recebemos a peça enviada pela oficina. Se você é dono do carro, pode pedir orientação e, quando necessário, indicamos uma oficina parceira para fazer diagnóstico, retirada e instalação.
Pode, quando a falha é reparável, o procedimento já está desenvolvido e existe disponibilidade na bancada. Confirmamos o prazo depois da avaliação. Transporte não está incluído.
Sim. Quando a própria TCM ou TCU volta reparada, não existe outra unidade para recodificar. Adaptações e procedimentos feitos no carro continuam com a oficina.
A oficina diagnostica o carro, retira a peça e instala novamente depois do serviço. A DIFF recebe a mecatrônica já removida e trabalha na eletrônica.
Quando o diagnóstico aponta para uma falha eletrônica. Testar a mecatrônica original antes da troca ajuda a evitar uma substituição por tentativa. Depois da avaliação, explicamos se há reparo e passamos o orçamento.
Sim. Recebemos peças de oficinas de todo o Brasil. Envie código, fotos e histórico antes da postagem para confirmarmos o atendimento e a embalagem.
Envie código da peça, dados do veículo, sintomas e falhas registradas. A gente confere se pode receber aquela versão e avisa se faltar alguma informação.
Sim. Precisamos do conjunto completo para avaliar. A equipe explica como proteger a peça antes da postagem.
Sim. Primeiro avaliamos a peça. Depois enviamos o resultado e o orçamento. Sem autorização da oficina, o reparo não começa.
Quando o procedimento já existe e a falha é reparável, o trabalho de bancada pode levar até 6 horas. Casos que exigem desenvolvimento costumam levar de 7 a 15 dias. Transporte não está incluído. Confirmamos o prazo depois de avaliar a peça.
As condições dependem do reparo feito e acompanham o orçamento. A garantia cobre o serviço na peça, não falhas que estejam em outros sistemas do carro.
Para algumas famílias, sim. O código e o estado da peça mostram o que pode ser feito. Procedimentos que dependem do carro continuam com a oficina.
A oficina recebe o resultado com os testes feitos e o que não apareceu na bancada. Se não existe reparo a fazer, não inventamos serviço.
Não. Nosso trabalho é eletrônico. Se os sinais apontarem para a parte mecânica ou hidráulica, avisamos a oficina para ela seguir o diagnóstico no carro.
Pode, mas avise antes. Uma tentativa anterior muda o que aparece nos testes e pode alterar prazo, possibilidade de reparo e garantia.
A peça já saiu do carro?
Com código, dados do veículo, sintomas e falhas registradas, confirmamos se podemos receber a mecatrônica.
Não sabe se é DQ250, DQ500 ou DL501? A etiqueta ajuda a gente a identificar.
Solicitar avaliação técnica