Mecatrônicas
DQ250, DQ500 e DL501/0B5 avaliadas e reparadas em bancada.
Começamos pelo código da peça e pelo diagnóstico feito no carro. Na bancada, avaliamos placa, controle, sensores e comunicação antes de propor o reparo.
- DQ250
- DQ500
- DL501 / 0B5
A DIFF repara mecatrônicas DQ250, DQ500 e DL501/0B5, módulos de motor, módulos de câmbio e centrais multimídia. Atendemos oficinas e orientamos quem ainda não sabe por onde começar.
Quando a falha é reparável, o procedimento já está desenvolvido e há disponibilidade, algumas mecatrônicas ficam prontas no mesmo dia.
Sua oficina pode enviar a peça direto. Se você é dono do carro, conte o problema e ajudamos a encontrar o próximo passo.
Veja como trabalhamosSe você já tem uma oficina, ela envia a peça direto para a DIFF. Se ainda não sabe por onde começar, conte o que está acontecendo com o carro. Quando necessário, indicamos uma oficina parceira.
O carro fica com a oficina.A peça vem para a DIFF.
Para quem está com o carro parado ou falhando
Conte para a gente o que aconteceu. Se for preciso, indicamos uma oficina parceira para examinar o carro, retirar a peça e instalá-la novamente depois do reparo.
A DIFF trabalha na peça. O carro fica com a oficina.Pedir orientação para meu carroVocê conta o problema.
Uma oficina parceira verifica o carro e retira a peça.
A DIFF repara a peça e a oficina faz a instalação.
Recebemos componentes de oficinas de todo o Brasil. Primeiro avaliamos a eletrônica e passamos o orçamento. O reparo começa depois da autorização. Para algumas famílias, também fazemos programação, clonagem e codificação.
Mecatrônicas
Começamos pelo código da peça e pelo diagnóstico feito no carro. Na bancada, avaliamos placa, controle, sensores e comunicação antes de propor o reparo.
Módulos automotivos
Envie código, fotos da etiqueta e sintomas. Com esses dados, confirmamos se atendemos aquela peça e quais testes podem ser feitos. Algumas famílias também aceitam programação, clonagem ou codificação.
Multimídias automotivas originais
Avaliamos centrais que não ligam, reiniciam, ficam sem som ou perdem funções. Código da peça e dados do carro ajudam a separar defeito na central de falha em outro ponto do sistema.
DQ250
Mecatrônica do DSG de seis marchas. Para começar, mande o código da peça, os sintomas, os códigos de falha e o histórico do carro.
Avaliar uma DQ250DQ500
Mecatrônica usada em transmissões de alto torque. Foto da etiqueta e dados do carro mostram qual versão está na oficina.
Avaliar uma DQ500DL501/ 0B5
Família encontrada em algumas aplicações Audi e Porsche. Antes do envio, a DIFF confere código, versão e dados do carro.
Consultar uma DL501Primeiro avaliamos a peça. Depois explicamos o que encontramos e passamos o orçamento. O reparo só começa quando a oficina autoriza.
Etapa 01
Envie o código da peça, os dados do veículo, os sintomas e os códigos de falha.
Ação da oficina
Etapa 02
Se a peça estiver dentro do atendimento, você recebe as orientações para o envio.
Ação da DIFF
Etapa 03
Código, etiqueta e estado da peça são comparados com as informações enviadas.
Ação da DIFF
Etapa 04
Ele chega depois da avaliação eletrônica e antes de qualquer reparo.
Ação da DIFF
Etapa 05
Sem o aceite da oficina, a peça não segue para o reparo.
Ação da oficina
Etapa 06
Fazemos os testes possíveis em bancada e preparamos a peça para a devolução.
Ação da DIFF
A DIFF explica o que avaliou, o que encontrou, quais são os limites do teste e quanto custa o reparo.
DIFF · Registro técnico
Quem somos
A Esphera Manutenções trabalha com eletrônica e automação desde 1993. Anos de bancada deram origem à DIFF, criada para atender peças eletrônicas automotivas.
A oficina envia a peça. A gente confere o código, avalia a eletrônica e explica se há caminho para o reparo antes de partir para uma substituição.



As respostas explicam o procedimento. Os prazos técnicos são estimativas; garantia e possibilidade de reparo dependem da peça e são informados com o orçamento.
Sim. Conte o que está acontecendo com o carro. Se for preciso, indicamos uma oficina parceira para fazer o diagnóstico, retirar a peça e instalá-la novamente depois do reparo.
Não. O carro fica com a oficina. A DIFF recebe a peça já removida e trabalha na parte eletrônica. Diagnóstico no veículo, retirada e instalação ficam com a oficina.
Sim. Sua oficina pode falar direto com a gente, enviar o código e o histórico do caso e receber as orientações para mandar a peça.
Quando o diagnóstico aponta para uma possível falha eletrônica. Testar a peça original antes de trocá-la ajuda a evitar uma substituição por tentativa. Depois da avaliação, explicamos se há reparo e quanto ele custa.
Hoje atendemos DQ250, DQ500 e DL501/0B5. Para outra família, envie uma foto legível da etiqueta e os dados do veículo para consultarmos.
Envie o código da peça, os dados do veículo, os sintomas e as falhas registradas. Com isso, confirmamos se podemos receber o componente antes de você postar.
Sim. Precisamos receber o conjunto completo. Antes da postagem, a equipe explica como embalar e o que deve acompanhar a peça.
Nosso trabalho é eletrônico. Se os testes apontarem para a parte hidráulica ou mecânica, avisamos a oficina para que ela continue o diagnóstico no carro.
Quando a peça chega, conferimos código, etiqueta e estado geral. Depois testamos a eletrônica e explicamos se ela pode ser reparada antes de mexer no circuito.
Sim. Primeiro avaliamos a peça e passamos o orçamento. Só começamos o reparo depois da autorização da oficina.
Oficinas de todo o Brasil podem enviar componentes para a DIFF. Fale com a gente antes de postar: conferimos os dados da peça e passamos as orientações de embalagem e envio.
Serviços com procedimento já desenvolvido podem levar até 6 horas de bancada. Casos que exigem desenvolvimento costumam levar de 7 a 15 dias. O transporte não entra nessa conta. Essas são estimativas. Peça, defeito, estado do componente e disponibilidade de material podem mudar o prazo, que é confirmado depois da avaliação.
Pode, quando a falha é reparável, o procedimento já está desenvolvido e existe disponibilidade na bancada. Confirmamos o prazo depois da avaliação. Retirada, transporte e instalação não entram nessa estimativa.
Sim. Se a própria TCM ou TCU do carro for reparada, não existe outra unidade para recodificar. Adaptações e procedimentos feitos no veículo continuam com a oficina quando forem necessários.
As condições dependem do reparo feito e acompanham o orçamento. Assim você sabe o que está coberto antes de autorizar.
Algumas famílias aceitam programação, clonagem ou codificação. O código e o estado da peça mostram quais procedimentos fazem sentido para cada caso.
Vamos olhar sua peça
Envie fotos da etiqueta, dados do veículo, sintomas e códigos de falha. Com isso, a gente confirma se pode receber a peça.
Quanto melhor o histórico, menos idas e vindas antes do envio.
Primeiro contato
O e-mail abre com um roteiro pronto. Preencha o que souber e anexe fotos da etiqueta e da peça.
Consulta
Inclua na mensagem
Espere a equipe confirmar o atendimento e explicar como enviar a peça.